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Acção proto-sindical e controlo monopolístico: a Irmandade de Santa Cecília no reinado de D. Maria II. [Homenagem ao Professor Joseph Scherpereel]

Doutor Francesco Esposito

Colégio Mateus de Aranda
18 de Junho de 2010, 16h

Algum fenómenos tipicamente oitocentistas adquirem significados e relevância especiais quando lidos no contexto da vida musical lisboeta do século XIX. É o caso, por exemplo, da extraordinária difusão do diletantismo musical, que parece ocupar espaços e ter prerrogativas que em outros contextos pertenciam aos músicos profissionais. A especial hipertrofia do concertismo amador em Lisboa pode ser lida, de facto, como reflexo, ou outra face, da tradicional fraqueza da condição do músico local, indispensável à vida musical da cidade mas, ao mesmo tempo, substancialmente invisível. A tentativa de reagir a este estado de coisas determina uma outra das peculiaridades da vida musical lisboeta do século XIX, isto é, a radicalização do corporativismo da classe dos músicos que, ainda no novo curso do liberalismo, continuou a ter como principal objectivo o controlo monopolístico das actividades musicais da capital. Através uma instituição de cariz solidarístico como o Montepio Filarmónico e por isso em sintonia com a sensibilidade do liberalismo, a estratégia da classe dos músicos lisboetas foi, de facto, continuar a exercer informalmente a sua acção de controlo sobre as actividades musicais da capital, e em definitivo, continuar o projecto monopolístico-proteccionista desde sempre cultivado pela Irmandade de Santa Cecília. Neste quadro parece mais compreensível a formalização de uma sociedade de tipo maçónico, como a Associação Música 24 de Junho, associação que durante muito tempo conseguirá obter o controlo de todas as orquestras e de todas as instituições musicais da cidade: por um lado, a sua acção em relação aos empresários teatrais parece quase uma acção de tipo proto-sindical; por outro, a sua política geral visa estabelecer um rígido sistema auto-referencial, sistema subtraído de facto às leis do livre mercado e causa de privilégios para os seus sócios e de discriminação dos músicos externos à associação.  

Francesco Esposito nasceu em Nápoles onde consegui o Diploma de piano e a licenciatura em História da Música, apresentando uma dissertação final sobre a escola pianística napolitana do século XIX. Terminou o Doutoramento em Ciências Musicais Históricas na Universidade Nova de Lisboa com uma tese sobre a vida concertística em Lisboa no século XIX. Investigador do CESEM, é actualmente bolseiro de pós-doutoramento da FCT a fim de realizar uma investigação sobre as tournées oitocentistas de concertistas portugueses e de músicos estrangeiros em Portugal.
Docente em Itália de Educação musical e depois de Letras italianas e latinas, leccionou em Portugal algumas cadeiras (Estética Musical, História da Música Portuguesa, História da Música, etc.) em diversas instituições (Escola Superior de Música de Lisboa, Academia Nacional Superior de Orquestra de Lisboa, etc.).
É autor de artigos sobre a vida musical oitocentista publicados em Portugal e no estrangeiro e colaborou com as últimas edições de The new Grove Dictionary of Music and Musicians, Die Musik in Geschichte und Gegenwart e do Istituto della Enciclopedia Italiana. Empenhado também na divulgação, escreve notas para programas de concertos e realiza ciclos de conferências sobre a vida musical portuguesa do século XIX.

Comunicando emoções na performance pianística: do código acústico empregado pelo intérprete à percepção do ouvinte

Doutor Danilo Ramos
Université de Bourgogne

Sexta-feira, dia 11 de Junho, 9h
Colégio Mateus de Aranda
Évora

O propósito do presente seminário será o de apresentar uma abordagem psicológica do estudo da comunicação emocional em Performance Musical, por meio (1) da análise sistemática do conjunto de elementos acústicos e expressivos (denominado “código acústico”) utilizado pelos intérpretes em suas performances musicais; (2) da análise sistemática da influência do uso deste código acústico na percepção emocional dos ouvintes. Para tal, o seminário será dividido em três partes: na primeira, será apresentada uma revisão recente da literatura científica acerca de estudos já feitos sobre a comunicação emocional em música, bem como a apresentação dos modelos existentes na literautra dentro do domínio; na segunda parte, serão apresentados os resultados obtidos em diversos estudos feitos pelo pesquisador Danilo Ramos no Brasil e na França entre 2004 e 2010 à respeito da influência de manipulações no código acústico musical (como modo, andamento, timbre, etc.) sobre a percepção emocional de ouvintes brasileiros e franceses; finalmente, no final do seminário serão apresentadas novas propostas para a continuação dos estudos sobre a comunicação emocional em música, bem como as implicações destes estudos para a Educação Musical e para a Psicologia da Música. Após a apresentação do seminário, será aberto um espaço para debate sobre questões à respeito da importância, da aplicação e da contribuição de estudos sobre comunicação emocional na performance musical para a formação profissional do músico.

Danilo Ramos. Bacharel em Música (Piano) pela Universidade Estadual de Campinas e Doutor em Psicologia Cognitiva da Música pela Universidade de São Paulo. encontra-se a fazer um Pós-Doutoramento em Cognição Musical pela Universidade de Borgonha (França), com tema de pesquisa focado em “Emoções musicais: da comunicação emocional do pianista à percepção do ouvinte”.

2o CURSO “ARANDA” DE ESCRITA IDIOMÁTICA INSTRUMENTAL

GUITARRA

5 e 12 de JUNHO de 2010

Professores: Christopher Bochmann, Pedro Amaral e Dejan Ivanovich

O Curso “Aranda” de Escrita Idiomática Instrumental destina-se a jovens compositores. O tema desta segunda edição do Curso é a Guitarra.
A Guitarra é um instrumento conhecido por todos: por vezes, com poucos acordes serve de instrumento para o acompanhamento simples de melodias cantadas; por vezes, é um instrumento de música popular. No entanto, também é um instrumento erudito com repertório próprio. O facto de a Guitarra não ser um instrumento de orquestra, e ser pouco utilizado em conjuntos de música de câmara, faz com que, apesar de ser um instrumento familiar, seja geralmente pouco compreendido por compositores. Este curso procura familiarizar o aluno com os problemas técnicos do instrumento e assim fomentar a produção de repertório contemporâneo para a Guitarra quer como instrumento solista, quer na música de câmara. O Curso realiza-se em dois Sábados (5 e 12 de Junho) à distância de uma semana. Sábado dia 5 de Junho (10:00 a 18:00 horas) contará com intervenções do Prof. Dejan Ivanovich (guitarra) e da classe de Guitarra da Universidade de Évora, do guitarrista John Fletcher, do Prof. Pedro Amaral (composição) e do Prof. Christopher Bochmann (composição). Segue um workshop prático com a colaboração dos presentes e uma audição informal.
Sábado dia 12 de Junho (10:00 a 18:00 horas) contará ainda com a presença do guitarrista e compositor José Manuel Mesquita Lopes e do Prof. Paulo Vaz de Carvalho. Numa continuação do workshop, exercícios e peças apresentadas pelos participantes serão comentadas. Terminar-se-á com uma pequena audição.

Custo por participante: €60. (Alunos da Universidade de Évora: €40).
Número mínimo de inscrições: 6.
Mais informações: bochmann@uevora.pt
Inscrições até 2 de Junho de 2010 na Secretaria Departamento de Música, Universidade de Évora, R. do Raimundo, 98, 7000-651 Évora.
Tel: 266 760 264
e-mail: mfjm@uevora.pt

« Catalogação e análise descritiva de instrumentos musicais: um Guia»

Doutora Patrícia Lopes Bastos (UnIMeM)

15 de Dezembro – 14h30, Colégio Mateus de Aranda

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O principal objectivo do “Guia de Catalogação e Análise Descritiva de Instrumentos Musicais” é providenciar meios para uma catalogação sistemática e consistente de instrumentos musicais e sua representação, aplicáveis a diversos tipos de colecções, seja num contexto individual ou em grupo. Seguindo as premissas de CIMCIM e outras instituições especializadas nesta área, sugerimos a aplicação de normas para a construção de uma base de dados relacional, a qual poderá responder às diferentes indagações de grupos de interesse distintos (coleccionadores, conservadores, investigadores, intérpretes, restauradores, construtores, etc.). O que propomos é um sistema flexível para uma catalogação coerente e conectável, uma de muitas escolhas possíveis entre os métodos de organização e catalogação utilizados, estando cientes das vantagens e desvantagens da selecção de um sistema definitivo, como é normalmente o caso. O Guia surgiu da necessidade de criar uma rota exequível para ser utilizada no projecto desenvolvido em Portugal de uma Base de Dados de Instrumentos Musicais (BDIM). Se de todo útil, esperamos que este trabalho possa contribuir para a fomentação de iniciativas semelhantes em outros países.


Patrícia Lopes Bastos, Doutora em Música pela Universidade de Aveiro, tem realizado concertos e conferências em Portugal e no estrangeiro, como pianista e organologista, e é autora de obras publicadas. Os seus principais interesses recaem sobre a música portuguesa para tecla do século XVIII em diante (obras, compositores e intérpretes) e sobre a evolução histórica dos instrumentos de tecla (construção, utilização e influência). Actualmente elabora um Guia de Catalogação Descritiva e Analítica de Instrumentos Musicais e organiza uma Base de Dados de Instrumentos Musicais Históricos nas colecções portuguesas, ao mesmo tempo que desenvolve um projecto de pós-doutoramento em Organologia e Museologia sob a orientação do Prof. John Koster (USD-EUA), continuando o seu interesse em interpretação ao teclado.

SIMPÓSIO “O ENSINO DO INSTRUMENTO MUSICAL: Perspectivas para o séc. XXI”

DEPARTAMENTO DE MÚSICA
UNIVERSIDADE DE ÉVORA
11 de Dezembro de 2009

PROGRAMA

9:30 – ABERTURA

9:40 - Contribución para una Formación Reflexiva y Dialógica del Profesorado
Fernando Sadio Ramos e María Angustias Ortiz Molina

10:30 - Contributo da Psicologia da Música para o Desenvolvimento Musical na Performance
Nuno Arrais e Helena Rodrigues

11:20 – Musicalidade e Tradição: O ensino do instrumento numa perspectiva etnomusicológica
João Soeiro de Carvalho

12:10 – O Pedal no Ensino do Piano
Luís Pipa

13:00 – ALMOÇO

14:30 - Propuesta Investigadora para la Enseñanza Elemental de Fagot como Perspectiva Educativa para el Siglo XXI
José Ramon Pérez Mestre

15:20 – Piano: para uma Pedagogia mais… Pedagógica? Contemporânea? Não castrante?
Francisco Monteiro

16:10 – O Contexto Social no Ensino do Jazz: A jam session
José Menezes

17:00 - Colaboraciones I
Roberto Alejandro Pérez

17:50 – Práticas Jazzísticas no Ensino do Clarinete
Paulo Gaspar e Eduardo Lopes

18:40 - ENCERRAMENTO

JORGE PEIXINHO: UM SIMPÓSIO

Colégio Mateus de Aranda, Évora
Sábado, dia 7 de Novembro de 2009
10:00 às 19:00

Programa

10:00 Abertura
10:30 Benoît Gibson: Elementos formais em Leves Véus Velam…
11:00 Ievgueni Zoudilkine: Linguagem musical e citação na obra Viagem da Natural Invenção

11:30 Intervalo

11:45 Helena Santana e Rosário Santana: (con)figurações/(des)figurações : o dual e o oculto na obra para piano de Jorge Peixinho - Estudos I, II e III.
12:15 Isabel Soveral: Alguns aspectos da escrita de Jorge Peixinho: Abordagem analítica à obra Sucessões Simétricas I
12:45 Discussão

13:00 Almoço

14:30 Christopher Bochmann: Meta-formose e A Silenciosa Rosa: alguns aspectos da organização de alturas.
15:00 Francisco Monteiro: A música para piano de J. Peixinho - procurando características e especificidades.

15:30 Intervalo

15:45 José Machado: Welcom: uma peça sui generis na obra de Jorge Peixinho
16:15 Paulo Vaz de Carvalho: Tocar L’oiseau lyre: fantasias que um título consente
16:45 Discussão
17:15 Encerramento

17:30 Intervalo

18:00 Concerto de obras de Jorge Peixinho pelo Grupo de Música Contemporânea de Lisboa
Programa: Welcom
Music Box
Canto da Sibila
Coração Habitado
Remake
Deux Pièces Meublées
Susana Teixeira- Mezzo-Soprano
José Machado- Violino
Ricardo Mateus- Violeta
Jorge Sá Machado- Violoncelo
João Pereira Coutinho- Flautas
Luís Gomes- Clarinetes
Francisco Monteiro- Piano
Andreia Marques- Harpa
Fátima Pinto- Percussão

Direcção: Christopher Bochmann

Produção: Isa Peixinho

Iannis Xenakis - Elliott Carter

6 de Novembro - 16:30, Colégio Mateus de Aranda

Formalizar o musical - O caso particular de Iannis Xenakis

Prof.ª Doutora Helena Santana (UnIMeM, Universidade de Aveiro)

Ao longo da segunda metade do século XX surgem, em consequência dos universos sonoros concebidos e fruídos, novas formas de formalizar e organizar o discurso musical. Através de modelos e princípios extramusicais diversos autores concebem as suas obras de uma forma inaudita, tentando responder às questões fundamentais que se lhe colocam aquando do processo de criação da obra de arte. Questionando, questionam-se.
Através da análise de diversos exemplos procederemos à aplicação prática das questões abordadas.

Elliot Carter - Temporalidades efémeras versus rítmicas mutantes

Prof.ª Doutora Rosário Santana

Através da obra de um compositor maior da História da Música Universal procederemos a uma reflexão sobre a forma como o mesmo formaliza tempo e ritmo nas suas obras. A forma como determina estes dois elementos define o seu fazer artístico.

“Modelos de instrumentação e práticas de execução do repertório religioso das Capela Reais luso-brasileiras no final do Antigo Regime”

Drª Cristina Fernandes (UnIMeM)

17 de Novembro - 18:00, Colégio Mateus de Aranda

Durante a segunda metade do século XVIII e nas primeiras décadas do século XIX, o repertório sacro luso-brasileiro destinado a coro, solistas e baixo continuo coexiste com um importante conjunto de obras que recorrem ao acompanhamento de pequenos conjuntos instrumentais ou de uma orquestra de consideráveis dimensões. A partir da década de 1770 começam a distinguir-se na produção religiosa destinada às Capelas Reais da Ajuda e de Queluz e à Patriarcal, bem como à celebração de efemérides da corte, modelos de instrumentação característicos que podem ser agrupados em três grandes categorias principais: obras com orquestra completa; obras “com fagotes e rabecões” e obras com “rabecões, timbales e instrumentos de vento”, para usar a terminologia da época. Os dois últimos casos parecem constituir uma marca distintiva do repertório destas instituições sem paralelo no contexto europeu. À primeira vista, a menção a “fagotes e rabecões” poderia levar-nos a pensar numa situação de baixo continuo, mas a análise das partituras revela que se trata de escrita obrigada ou concertante para esses instrumentos. Compositores como António Leal Moreira, João Cordeiro da Silva, José Joaquim dos Santos, António da Silva Gomes e Oliveira, Marcos Portugal ou Antonio Puzzi legaram-nos várias partituras deste género e esta prática foi depois prosseguida na Capela Real do Rio de Janeiro após a tranferência da corte em 1808. Às tipologias de instrumentação que prescidem de violinos há ainda a acrescentar as peças com violetas concertantes destinadas à Semana Santa, de José Joaquim dos Santos, entre outros exemplos do repertório luso-brasileiro. Nalguns casos, como o de Marcos Portugal, subsistem também várias versões da mesma peça com os diferentes tipos de instrumentação citados (e também apenas com órgão) adaptadas a diferentes locais e situações. A comunicação pretende analisar e contextualizar a origem e o uso deste tipo de práticas de composição e execução para o qual terão contribuído diversos factores: a sua funcionalidade no plano da liturgia e do cerimonial áulico; a interpretação local de determinadas normas litúrgicas e a hierarquia das festas; o perfil e a qualificação de alguns instrumentistas da Orquestra da Real Câmara, que interpretavam estas obras em conjunto com grande regularidade; questões estéticas e de gosto, etc. Alguns exemplos de repertório sacro produzido em Portugal entre 1770 e 1807 e no Brasil depois de 1808 serão analisados à luz de outras fontes históricas, nomeadamente relatos da época, cerimoniais, regulamentos e outra documentação de arquivo relativa às Capelas Reais e à Patriarcal.

“Música Instrumental nas Festas Sacras em Portugal no final do Antigo Regime: Funções, Formações Orquestrais e Músicos e Instrumentos Solistas”

Prof.ª Doutora Vanda de Sá (UnIMeM)

Dia 3 de Novembro - 17:00, Colégio Mateus de Aranda

O espólio da Irmandade de Santa Cecília é o principal fundo documental que testemunha a prática de música instrumental nas funções litúrgicas após o terramoto de 1755 e até 1832. A documentação relativa à actividade dos músicos é extensa na medida em que esta Confraria regulava a totalidade dos membros deste universo profissional. Do cumprimento das obrigações administrativas resultaram inúmeros maços de documentos que relatam a actividade musical em Lisboa e localidades próximas. Na presente conferência discute-se a música instrumental que se executava nas festas sacras entre 1771-1820, apresentando um levantamento dos instrumentos solistas, com identificação dos músicos e da constituição das orquestras. Apesar da colocação da música instrumental depender, em primeira análise, dos recursos disponíveis, é possível reconstituir aspectos matriciais em função das festas sacras e dos espaços em causa. A sistematização destes dados permite ainda sublinhar um dos aspectos mais distintos das práticas culturais do reinado de D. Maria I, nomeadamente a crescente afirmação da música instrumental nos seus vários contextos e formas de circulação.

1º CURSO « ARANDA » DE ESCRITA IDIOMÁTICA INSTRUMENTAL

COLÉGIO MATEUS DE ARANDA, UNIVERSIDADE DE ÉVORA
10 e 17 de OUTUBRO de 2009
2009: PIANO.

Professores: Christopher Bochmann, Pedro Amaral, Benoît Gibson e Ana Telles

O novo Curso “Aranda” de Escrita Idiomática Instrumental destina-se a jovens compositores. O tema da primeira edição do Curso é o Piano.

O Piano muitas vezes sofre precisamente por ser um instrumento que “serve para tudo”, desde o acompanhamento de solistas com reduções de orquestra até os ditados da Formação Musical. Esta versatilidade, e a consequente familiaridade, provoca frequentemente uma falta de cuidado na escrita para o instrumento. Este curso procura observar e comentar aspectos da escrita idiomática para piano, e levar esta informação a um nível prático através de um
workshop de composição pianística.

O Curso realiza-se em dois Sábados (10 e 17 de Outubro) à distância de uma semana.

Sábado dia 10 de Outubro (10:00 a 18:00 horas) contará com intervenções da Profª Ana Telles (piano), do Prof. Pedro Amaral (composição) e do Prof. Christopher Bochmann (composição),
seguidas de um workshop orientado pelos três.

Sábado dia 17 de Outubro (10:00 a 18:00 horas) contará com uma intervenção do Prof. Benoît Gibson (análise), seguido da continuação do workshop e terminando com uma mesa redonda e uma audição da Profª Ana Telles.

Custo por aluno: €60. (Alunos da Universidade de Évora: €40).

Número mínimo de inscrições: 6.

Mais informações: bochmann@uevora.pt

Inscrições até 8 de Outubro de 2009 na Secretaria Departamento de Música, Universidade de Évora, R. do Raimundo, 98, 7000-651 Évora.

Tel: 266 760 264 e-mail: mfjm@uevora.pt